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sábado, 8 de setembro de 2012

Para Jessica Reolon

Eu sempre quis falar com você desta forma, minha querida Jessica.


A saudade me dá a amplitude da distância...
Faz-me sentir a sua ausência e, me envolve com as lembranças de um tempo em que as cores da vida eram vibrantes, antes de serem acinzentadas...
Enfim o silêncio que o tempo impôs, determinou a distância que vivemos agora, mesmo vivendo lado a lado, nossos mundos estão distantes.
Mas o que fazer para reparar, ou mesmo tentar consertar tudo o que o tempo fez se perder?
Pouca coisa pode ser feita, pois ao passado tudo pertence, mas é possível ainda resgatar a vida e ser feliz a qualquer tempo, pois o que importa é a vida e não a sua dinâmica.
Alguns momentos de crise não são suficientes para deixar que na vida não exista felicidade, amizade, cumplicidade, pois por pior que seja você é capaz de ser dona de sua vida...
As tristezas pertencem ao tempo e as alegrias, creia, pertencem à vida.
Ninguém vive para ser infeliz... da mesma forma que ninguém vive para errar, tampouco se acidentar. E muito menos para gerar durante nove meses e perder o filho logo no parir.
As desgraças não fazem parte da vida humana, elas acontecem por desencontros e falta de equilíbrio ou harmonia.
Então a ciência e sabedoria é saber equilibrar e harmonizar o que você vive com o que você quer viver e diante do que você pode viver.
É sua hora, é seu momento, desista de ser infeliz com as coisas corriqueiras e viva o que te faz bem à Alma.
Tente e seja feliz.
Xikinhu


Léo S.Bella
08/09/2012

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